Evento terá a participação de João Carlos Ferraz (Diretor de Planejamento do BNDES) e Rubens Sardemberg (Economista-chefe da FEBRABAN)
A FGV-EESP (Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) fará mais um seminário da série Economia Brasileira em Perspectiva. Dessa vez, o tema é “Financiamento de longo prazo no Brasil”. O evento acontece dia 1, das 10h30 até às 12h30, na FGV.
O seminário contará com a presença de João Carlos Ferraz (Diretor de Planejamento do BNDES) e Rubens Sardemberg (Economista-chefe da FEBRABAN). Além do professor da EESP e Secretário de Politica Economica do Ministerio da Fazenda, Márcio Holland.
quinta-feira, 24 de março de 2011
FGV-EESP faz seminário sobre financiamento de longo prazo no Brasil
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quinta-feira, 3 de março de 2011
Delegação brasileira visita empresas dos EUA e participa de reunião do Pacto Global em Nova York
Grupo é composto por 17 das 32 empresas brasileiras que fizeram a adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, estabelecidos pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global. Juntas, as empresasbrasileiras Brasil tiveram um faturamento de US$ 56 bilhões em 2010
Valorizar o trabalho das mulheres na construção dos resultados das empresas e incorporar a igualdade de gênero na política organizacional. Esses são os temas da reunião de aniversário de um ano dos Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade significa Negócios, que acontece nos dias 9 e 10 de março, em Nova York.
Com 144 adesões de grandes marcas de diferentes segmentos do mercado global, regional e local, os Princípios contam com a participação de 32 empresas brasileiras que tiveram um faturamento de US$ 56 bilhões em 2010. Segundo o ranking de adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, 26% das empresas são espanholas, 23% brasileiras e 13% japonesas.
“O Brasil ocupa um papel estratégico na economia mundial e as empresas brasileiras são vetores da mudança cultural e estrutural, que tem o potencial para beneficiar toda a sociedade. O Brasil precisa da força das mulheres e de outros grupos excluídos para vencer”, avalia Rebecca Tavares, representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Segundo ela, “a equidade é essencial, não só por uma questão de justiça, mas também porque aumenta a produtividade que, por sua vez, gera lucro e desenvolvimento da nação”, completa.
A delegação brasileira está formada pelo corpo executivo e gerencial das seguintes empresas: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobras – Centrais Elétricas Brasileiras, Eletrobras Amazonas Energia, Eletrobras Distribuição Acre, Eletrobras Distribuição Rondônia, Eletrobras – Eletronorte, Eletrobras Eletronuclear, Fersol Indústria e Comércio S.A, Furnas, INCCATI Sistemas Ltda, Itaipu Binacional, Lojas Renner S.A, Microlife Informática de Franca Ltda, Natusfran, Petrobras e Serpro. Grande parte do grupo são mulheres executivas, tais como Margaret Groff, primeira diretora financeira da Itaipu Binacional e eleita pela Gazeta Mercantil, em 2007, a mulher mais influente do Brasil na categoria Economia e Finanças; e Tereza Rozendo Pinto, gerente de Responsabilidade Social do Sistema Eletrobras, composto por 15 empresas.
Investimento em mulheres: boas práticas
Além da participação na reunião do Pacto Global das Nações Unidas, a delegação brasileira vai conhecer as boas práticas dos programas de diversidade e de igualdade de oportunidades desenvolvidos, nos Estados Unidos, pelas empresas Pfizer, Major League Baseball, Morgan Stanley, Goldman Sachs Group e Deloitte LP. O grupo também será recebido pela Catalyst, organização líder em pesquisas e consultorias sobre o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho, e da Foundation Center, que possui o maior banco de dados e informações sobre filantropia e investimento social.
De acordo com o Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil de 2010, as mulheres ocupam somente 11% dos postos executivos. “As mulheres já são a metade da força de trabalho no Brasil, mas o salário médio delas é 60% do salário médio do homem. Para as mulheres negras, a situação é bem mais grave. O salário médio delas é somente a terceira parte do salário do homem branco”, aponta Rebecca Tavares, representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul.
Negócios fortes, mulheres com oportunidades
A reunião “Igualdade Significa Negócios Colocando os Princípios em Prática” será aberta na quarta-feira (9/3), no Levin Intitute, pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon e pelo Diretor Executivo do Pacto Global das Nações Unidas. A Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, enviará uma mensagem em vídeo.
A primeira mesa-redonda “Avanço para as Mulheres, Avanço para os Negócios, Avanço para os Direitos – Liderando o Caminho” terá a participação de 12 empresas, quatro delas brasileiras: Banco do Brasil, Eletrobras Eletronorte, Fersol Indústria e Comércio S.A e Microlife Informática de Franca Ltda. Haverá uma troca de experiências relacionadas aos esforços das empresas para promover a igualdade de gênero. O debate terá moderação do Diretor Executivo do Pacto Global das Nações Unidas, George Kell.
O segundo painel do evento “Avanço das Mulheres no Espaço de Trabalho, Mercado de Trabalho e Comunidade” terá a participação de três empresas estadunidenses, uma indiana e outra brasileira, a Caixa Econômica Federal. Estarão em discussão as decisões e as ações necessárias para alinhar o comprometimento das empresas com os Princípios de Empoderamento das Mulheres.
Experiências brasileirasNa segunda mesa da tarde de 9 de março, as empresas brasileiras ganham mais destaque na programação. O painel “Envolver parceiros, construindo coalizações” terá a participação da representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares, e das empresas públicas Eletrobras, Itaipu e Petrobras.
Na manhã de 10 de março, as empresas brasileiras retomam a participação no Workshop para “Aumento da Efetividade dos Princípios de Empoderamento das Mulheres”. O Banco do Brasil vai compor a mesa com as empresas Endesa (Espanha), Novartis Institutes for BioMedical Research, Inc (Suíça) e MAS Holdings (Sri Lanka). No segundo tema do workshop “Comunicação de Impacto: Relatórios Pioneiros” serão apresentadas as ferramentas para monitoramento, avaliação e produção de relatórios dos resultados. O tema será conduzido pelo Sepro, pela equipe do Pacto Global e pelo San Francisco Department on the Status of Women (Estados Unidos).
Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:
1. liderança promove a igualdade de gênero
2. igualdade de oportunidades, inclusão e não-discriminação
3. saúde, segurança e fim da violência
4. educação e treinamento
5. desenvolvimento empresarial e práticas de cadeia de suprimentos e marketing
6. liderança comunitária e engajamento
7. transparência, mensuração e relatório.
Valorizar o trabalho das mulheres na construção dos resultados das empresas e incorporar a igualdade de gênero na política organizacional. Esses são os temas da reunião de aniversário de um ano dos Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade significa Negócios, que acontece nos dias 9 e 10 de março, em Nova York.
Com 144 adesões de grandes marcas de diferentes segmentos do mercado global, regional e local, os Princípios contam com a participação de 32 empresas brasileiras que tiveram um faturamento de US$ 56 bilhões em 2010. Segundo o ranking de adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, 26% das empresas são espanholas, 23% brasileiras e 13% japonesas.
“O Brasil ocupa um papel estratégico na economia mundial e as empresas brasileiras são vetores da mudança cultural e estrutural, que tem o potencial para beneficiar toda a sociedade. O Brasil precisa da força das mulheres e de outros grupos excluídos para vencer”, avalia Rebecca Tavares, representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Segundo ela, “a equidade é essencial, não só por uma questão de justiça, mas também porque aumenta a produtividade que, por sua vez, gera lucro e desenvolvimento da nação”, completa.
A delegação brasileira está formada pelo corpo executivo e gerencial das seguintes empresas: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobras – Centrais Elétricas Brasileiras, Eletrobras Amazonas Energia, Eletrobras Distribuição Acre, Eletrobras Distribuição Rondônia, Eletrobras – Eletronorte, Eletrobras Eletronuclear, Fersol Indústria e Comércio S.A, Furnas, INCCATI Sistemas Ltda, Itaipu Binacional, Lojas Renner S.A, Microlife Informática de Franca Ltda, Natusfran, Petrobras e Serpro. Grande parte do grupo são mulheres executivas, tais como Margaret Groff, primeira diretora financeira da Itaipu Binacional e eleita pela Gazeta Mercantil, em 2007, a mulher mais influente do Brasil na categoria Economia e Finanças; e Tereza Rozendo Pinto, gerente de Responsabilidade Social do Sistema Eletrobras, composto por 15 empresas.
Investimento em mulheres: boas práticas
Além da participação na reunião do Pacto Global das Nações Unidas, a delegação brasileira vai conhecer as boas práticas dos programas de diversidade e de igualdade de oportunidades desenvolvidos, nos Estados Unidos, pelas empresas Pfizer, Major League Baseball, Morgan Stanley, Goldman Sachs Group e Deloitte LP. O grupo também será recebido pela Catalyst, organização líder em pesquisas e consultorias sobre o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho, e da Foundation Center, que possui o maior banco de dados e informações sobre filantropia e investimento social.
De acordo com o Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil de 2010, as mulheres ocupam somente 11% dos postos executivos. “As mulheres já são a metade da força de trabalho no Brasil, mas o salário médio delas é 60% do salário médio do homem. Para as mulheres negras, a situação é bem mais grave. O salário médio delas é somente a terceira parte do salário do homem branco”, aponta Rebecca Tavares, representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul.
Negócios fortes, mulheres com oportunidades
A reunião “Igualdade Significa Negócios Colocando os Princípios em Prática” será aberta na quarta-feira (9/3), no Levin Intitute, pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon e pelo Diretor Executivo do Pacto Global das Nações Unidas. A Diretora Executiva da ONU Mulheres, Michelle Bachelet, enviará uma mensagem em vídeo.
A primeira mesa-redonda “Avanço para as Mulheres, Avanço para os Negócios, Avanço para os Direitos – Liderando o Caminho” terá a participação de 12 empresas, quatro delas brasileiras: Banco do Brasil, Eletrobras Eletronorte, Fersol Indústria e Comércio S.A e Microlife Informática de Franca Ltda. Haverá uma troca de experiências relacionadas aos esforços das empresas para promover a igualdade de gênero. O debate terá moderação do Diretor Executivo do Pacto Global das Nações Unidas, George Kell.
O segundo painel do evento “Avanço das Mulheres no Espaço de Trabalho, Mercado de Trabalho e Comunidade” terá a participação de três empresas estadunidenses, uma indiana e outra brasileira, a Caixa Econômica Federal. Estarão em discussão as decisões e as ações necessárias para alinhar o comprometimento das empresas com os Princípios de Empoderamento das Mulheres.
Experiências brasileirasNa segunda mesa da tarde de 9 de março, as empresas brasileiras ganham mais destaque na programação. O painel “Envolver parceiros, construindo coalizações” terá a participação da representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares, e das empresas públicas Eletrobras, Itaipu e Petrobras.
Na manhã de 10 de março, as empresas brasileiras retomam a participação no Workshop para “Aumento da Efetividade dos Princípios de Empoderamento das Mulheres”. O Banco do Brasil vai compor a mesa com as empresas Endesa (Espanha), Novartis Institutes for BioMedical Research, Inc (Suíça) e MAS Holdings (Sri Lanka). No segundo tema do workshop “Comunicação de Impacto: Relatórios Pioneiros” serão apresentadas as ferramentas para monitoramento, avaliação e produção de relatórios dos resultados. O tema será conduzido pelo Sepro, pela equipe do Pacto Global e pelo San Francisco Department on the Status of Women (Estados Unidos).
Conheça os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:
1. liderança promove a igualdade de gênero
2. igualdade de oportunidades, inclusão e não-discriminação
3. saúde, segurança e fim da violência
4. educação e treinamento
5. desenvolvimento empresarial e práticas de cadeia de suprimentos e marketing
6. liderança comunitária e engajamento
7. transparência, mensuração e relatório.
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Governador de Roraima recebe prêmio por integração Brasil-Venezuela
Fonte: Plantão News
Premiação a José de Anchieta Jr. já foi entregue anteriormente aos presidentes Lula e Chaves, por fomento dos negócios entre os dois países
Durante o evento Expo/Impo 2011 que homenageou as 40 empresas brasileiras que mais exportaram ou importaram para a Venezuela, nesta terça-feira (22) em São Paulo, o governador de Roraima, José de Anchieta Júnior, recebeu o Prêmio General José Ignácio de Abreu e Lima da Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela – Brasil.
O prêmio é entregue às autoridades que mais trabalharam pela integração dos dois países e até hoje somente quatro personalidades haviam recebido tal destaque: o ex-presidente Lula, o presidente da Venezuela Hugo Chaves, o ex-embaixador da Venezuela no Brasil Júlio Garcia Montoya e agora o governador José de Anchieta. Além do fator integração o governador roraimense é um dos brasileiros que mais lutam para a entrada da Venezuela no Mercosul.
Anchieta agradeceu ao embaixador venezuelano, Maximilíén Sánchez Arvelaiz, pelo reconhecimento da atuação na região e falou em estar mais encorajado a continuar o trabalho que faz na busca da integração econômica, social e cultural entre o Brasil e a Venezuela: “Especialmente entre os estados de Roraima e Bolívar”, completou.
O comércio entre os dois países vem crescendo e os venezuelanos presentes no evento afirmaram conviver no dia a dia com muitos produtos brasileiros, da alimentação a alta tecnologia empregada nos veículos exportados pelo Brasil.
Para enfatizar as relações bilaterais Anchieta afirmou que sempre buscou o desenvolvimento e a integração dos dois lados da fronteira e que para isso o melhor caminho é a união de esforços. “Por este motivo entre outros tantos, defendi a entrada da Venezuela no Mercosul, especialmente na minha participação na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal”, justificou.
A Expo/Impo acontece de dois em dois anos e premia as 40 empresas que mais importaram e exportaram para a Venezuela. Entre as empresas que receberam a premiação estão Sadia, Motorola e Ford. CTS, Copebras e Companhia Siderúrgica Nacional.
A Venezuela está entre os cinco maiores parceiros comerciais do Brasil. Em 2009, o fluxo entre os dois países superou os US$ 4,1 bilhões (Siscomex Brasil).
Premiação a José de Anchieta Jr. já foi entregue anteriormente aos presidentes Lula e Chaves, por fomento dos negócios entre os dois países
Durante o evento Expo/Impo 2011 que homenageou as 40 empresas brasileiras que mais exportaram ou importaram para a Venezuela, nesta terça-feira (22) em São Paulo, o governador de Roraima, José de Anchieta Júnior, recebeu o Prêmio General José Ignácio de Abreu e Lima da Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela – Brasil.
O prêmio é entregue às autoridades que mais trabalharam pela integração dos dois países e até hoje somente quatro personalidades haviam recebido tal destaque: o ex-presidente Lula, o presidente da Venezuela Hugo Chaves, o ex-embaixador da Venezuela no Brasil Júlio Garcia Montoya e agora o governador José de Anchieta. Além do fator integração o governador roraimense é um dos brasileiros que mais lutam para a entrada da Venezuela no Mercosul.
Anchieta agradeceu ao embaixador venezuelano, Maximilíén Sánchez Arvelaiz, pelo reconhecimento da atuação na região e falou em estar mais encorajado a continuar o trabalho que faz na busca da integração econômica, social e cultural entre o Brasil e a Venezuela: “Especialmente entre os estados de Roraima e Bolívar”, completou.
O comércio entre os dois países vem crescendo e os venezuelanos presentes no evento afirmaram conviver no dia a dia com muitos produtos brasileiros, da alimentação a alta tecnologia empregada nos veículos exportados pelo Brasil.
Para enfatizar as relações bilaterais Anchieta afirmou que sempre buscou o desenvolvimento e a integração dos dois lados da fronteira e que para isso o melhor caminho é a união de esforços. “Por este motivo entre outros tantos, defendi a entrada da Venezuela no Mercosul, especialmente na minha participação na Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal”, justificou.
A Expo/Impo acontece de dois em dois anos e premia as 40 empresas que mais importaram e exportaram para a Venezuela. Entre as empresas que receberam a premiação estão Sadia, Motorola e Ford. CTS, Copebras e Companhia Siderúrgica Nacional.
A Venezuela está entre os cinco maiores parceiros comerciais do Brasil. Em 2009, o fluxo entre os dois países superou os US$ 4,1 bilhões (Siscomex Brasil).
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EXPO/IMPO 2011,
Governador de Roraima
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Comércio Bilateral Brasil-Venezuela em destaque
Evento mostra a importância da relação comercial entre os dois países
No dia 22 de fevereiro foi entregue o prêmio Expo/Impo 2011 (ano base 2009), pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela/ Brasil (Fecamvenez), para as 40 empresas que mais exportaram ou importaram da Venezuela.
Num universo de três mil empresas, estas representaram 50,76 % do comércio total em 2009, sendo 80,67 % das importações e 45,94 % das exportações.
“Com o passar dos anos, as relações entre Venezuela e Brasil crescem e se fortalecem, principalmente considerando a busca de maior equilíbrio comercial que, com a tardia entrada da Venezuela no Mercosul, servirá de alavanca para que, unindo aos esforços de cooperação produtiva, possa se transformar em uma das principais relações do continente”, comentou José Francisco Marcondes, presidente da Fecamvenez.
A pujança desta relação já é demonstrada pela significativa participação de grandes empresas brasileiras e autoridades, como José de Anchieta, Governador de Roraima, Estado limítrofe com a Venezuela, neste evento.
Na ocasião, foi apresentado à comunidade empresarial o embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilién Sanchez Arvelaiz.
O Governador de Roraima, José de Anchieta, foi homenageado com o Prêmio General José Ignácio de Abreu e Lima/2010, pelo trabalho realizado pela integração entre as duas nações.
A lista das empresas homenageadas segue abaixo.
EXPORTADORAS
1 BRF - BRASIL FOODS S.A.
2 FORD MOTOR COMPANY BRASIL LTDA
3 MINERVA S.A.
4 KAIAPOS FABRIL E EXPORTADORA LTDA
5 TANGARA IMPORTADORA E EXPORTADORA SA
6 MOTOROLA INDUSTRIAL LTDA
7 TOYOTA DO BRASIL LTDA
8 AGROEXPORT LTDA
9 PIRELLI PNEUS LTDA.
10 SUCDEN DO BRASIL LTDA.
11 E D & F MAN BRASIL S/A.
12 IVECO LATIN AMERICA LTDA
13 RECOFARMA INDUSTRIA DO AMAZONAS LTDA
14 CNH LATIN AMERICA LTDA
15 DIPLOMATA S/A INDUSTRIAL E COMERCIAL
16 BUNGE ALIMENTOS S/A
17 PETROLEO BRASILEIRO S/A PETROBRAS
18 NOVELIS DO BRASIL LTDA
19 AGCO DO BRASIL COMERCIO E INDÚSTRIA LTDA
20 COTIA COMERCIAL EXPORTADORA E IMPORTADORA S/A
IMPORTADORAS
1 BRASKEM S/A
2 UNIVEN REFINARIA DE PETROLEO LTDA
3 CENTRAIS ELETRICAS DO NORTE DO BRASIL S/A ELETRONORTE
4 CST COMERCIO EXTERIOR AS (Arcelor Mittal Brasil)
5 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL
6 CISA TRADING S/A
7 BLUEWAY TRADING IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA
8 ACO CEARENSE INDUSTRIAL LTDA
9 GUARDIAN DO BRASIL VIDROS PLANOS LTDA
10 IQ SOLUCOES & QUIMICA S.A
11 NOVELIS DO BRASIL LTDA.
12 PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS
13 VOTORANTIM CIMENTOS BRASIL S.A.
14 TECAL ALUMINIO DA AMAZONIA LTDA.
15 DELQUIMICA COMERCIAL LTDA
16 PETRO ENERGIA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA
17 CAMARGO CORREA CIMENTOS S.A.
18 ITAITUBA INDÚSTRIA DE CIMENTOS DO PARÁ S/A
19 ULTRAFERTIL S/A
20 FERRONORTE INDUSTRIAL LTDA
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EXPO/IMPO 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mercosul espera que integração econômica chegue também a seus cidadãos
Terra
O Mercosul realizará nos dias 16 e 17 de dezembro na cidade de Foz do Iguaçu sua 40ª cúpula presidencial, na qual tentará firmar as bases para aprofundar suas dimensões econômica, social e cultural.
O Tratado de Assunção, que deu vida ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), completará em março 20 anos como instrumento de integração econômico-comercial, pelo qual o Brasil, país que exerce a presidência semestral do bloco, pensa em uma visão estratégica mais ampla para as próximas duas décadas.
"Em Foz do Iguaçu vamos lançar a ideia do Mercosul para os próximos 20 anos. O Mercosul será algo em movimento que significará para os países não apenas comércio, como desenvolvimento", disse em uma conferência no Rio de Janeiro o subsecretário do Itamaraty para América do Sul, Central e Caribe, Antonio Simões.
A decisão de avançar em outros campos da integração não significa que tenham sido resolvidos todos os problemas no campo econômico-comercial que afetaram o Mercosul desde sua criação, mas se deve ao desejo de seus quatro membros (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) de aprofundar os vínculos para outras vertentes.
Na cúpula realizada em agosto em San Juan (Argentina), foram dados passos significativos como a aprovação do Código Alfandegário do Mercosul e o lançamento do processo de eliminação gradual da dupla cobrança do Tarifa Externa Comum (AEC), medidas que nos próximos anos permitirão o avanço do bloco, com frequência freado por conflitos entre seus parceiros.
Como complemento ao acordo aprovado na cúpula de San Juan, o Brasil quer propor que sejam retomadas as discussões para impulsionar o comércio de serviços no Mercosul, já que se trata de um setor em expansão que oferece muitas oportunidades a empresas dos países do bloco.
O Brasil também tenta fazer com que seja adotado um mecanismo que estimule os investimentos entre os países-membros pois, embora os fluxos de capital em circulação tenham aumentado nos últimos anos, convém a todos intensificá-los.
"Quando se trata de Mercosul, temos a obrigação de pensar grande. O Mercosul precisa dar mais um salto qualitativo e definir metas - a um tempo, ambiciosas e razoáveis - para avançar na conformação plena da União Aduaneira e para a criação efetiva de um Mercado Comum", disse o chanceler brasileiro, Celso Amorim, em discurso perante o Parlamento do Mercosul, em outubro na cidade de Montevidéu.
Além dos aspectos puramente econômicos, a presidência semestral do Mercosul considera que a estratégia para os próximos 20 anos deve abranger também as agendas social e cidadã porque, segundo Simões, "não se pode pensar na integração só com uma visão mercantilista, mas também desenvolvimentista".
"Não vamos ter apoio para aprofundar o processo econômico e social se não levarmos em conta as pessoas", explicou o diplomata.
A integração social deu já os primeiros passos com a inauguração, no ano passado, do Instituto Social do Mercosul, com sede em Assunção, e com a adoção do Plano Estratégico de Ação Social (Peas), que foi discutido nesta semana em Brasília e será apresentado na 10ª Cúpula Social do Mercosul e aos presidentes em Foz do Iguaçu.
Segundo o governo brasileiro, este programa que inclui os quatro membros plenos do Mercosul e os associados (Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela - este último em processo de adesão plena) tem como objetivo "combater as desigualdades sociais e garantir os direitos humanos, econômicos, sociais e culturais, especialmente da população mais vulnerável".
Mais ambiciosa é a integração cidadã, que prevê o lançamento de um estatuto que inclui avanços como as viagens sem necessidade de passaporte entre os países-membros, proteção diplomática e consular para todos os cidadãos do Mercosul, assim como facilidades para a obtenção de residência permanente em outro país do bloco e para a circulação de bens culturais.
Com estas iniciativas, o Brasil, que será sucedido na presidência semestral pelo Paraguai, quer começar a construir o que Amorim definiu como "um Mercosul dos povos".
O Mercosul realizará nos dias 16 e 17 de dezembro na cidade de Foz do Iguaçu sua 40ª cúpula presidencial, na qual tentará firmar as bases para aprofundar suas dimensões econômica, social e cultural.
O Tratado de Assunção, que deu vida ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), completará em março 20 anos como instrumento de integração econômico-comercial, pelo qual o Brasil, país que exerce a presidência semestral do bloco, pensa em uma visão estratégica mais ampla para as próximas duas décadas.
"Em Foz do Iguaçu vamos lançar a ideia do Mercosul para os próximos 20 anos. O Mercosul será algo em movimento que significará para os países não apenas comércio, como desenvolvimento", disse em uma conferência no Rio de Janeiro o subsecretário do Itamaraty para América do Sul, Central e Caribe, Antonio Simões.
A decisão de avançar em outros campos da integração não significa que tenham sido resolvidos todos os problemas no campo econômico-comercial que afetaram o Mercosul desde sua criação, mas se deve ao desejo de seus quatro membros (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) de aprofundar os vínculos para outras vertentes.
Na cúpula realizada em agosto em San Juan (Argentina), foram dados passos significativos como a aprovação do Código Alfandegário do Mercosul e o lançamento do processo de eliminação gradual da dupla cobrança do Tarifa Externa Comum (AEC), medidas que nos próximos anos permitirão o avanço do bloco, com frequência freado por conflitos entre seus parceiros.
Como complemento ao acordo aprovado na cúpula de San Juan, o Brasil quer propor que sejam retomadas as discussões para impulsionar o comércio de serviços no Mercosul, já que se trata de um setor em expansão que oferece muitas oportunidades a empresas dos países do bloco.
O Brasil também tenta fazer com que seja adotado um mecanismo que estimule os investimentos entre os países-membros pois, embora os fluxos de capital em circulação tenham aumentado nos últimos anos, convém a todos intensificá-los.
"Quando se trata de Mercosul, temos a obrigação de pensar grande. O Mercosul precisa dar mais um salto qualitativo e definir metas - a um tempo, ambiciosas e razoáveis - para avançar na conformação plena da União Aduaneira e para a criação efetiva de um Mercado Comum", disse o chanceler brasileiro, Celso Amorim, em discurso perante o Parlamento do Mercosul, em outubro na cidade de Montevidéu.
Além dos aspectos puramente econômicos, a presidência semestral do Mercosul considera que a estratégia para os próximos 20 anos deve abranger também as agendas social e cidadã porque, segundo Simões, "não se pode pensar na integração só com uma visão mercantilista, mas também desenvolvimentista".
"Não vamos ter apoio para aprofundar o processo econômico e social se não levarmos em conta as pessoas", explicou o diplomata.
A integração social deu já os primeiros passos com a inauguração, no ano passado, do Instituto Social do Mercosul, com sede em Assunção, e com a adoção do Plano Estratégico de Ação Social (Peas), que foi discutido nesta semana em Brasília e será apresentado na 10ª Cúpula Social do Mercosul e aos presidentes em Foz do Iguaçu.
Segundo o governo brasileiro, este programa que inclui os quatro membros plenos do Mercosul e os associados (Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela - este último em processo de adesão plena) tem como objetivo "combater as desigualdades sociais e garantir os direitos humanos, econômicos, sociais e culturais, especialmente da população mais vulnerável".
Mais ambiciosa é a integração cidadã, que prevê o lançamento de um estatuto que inclui avanços como as viagens sem necessidade de passaporte entre os países-membros, proteção diplomática e consular para todos os cidadãos do Mercosul, assim como facilidades para a obtenção de residência permanente em outro país do bloco e para a circulação de bens culturais.
Com estas iniciativas, o Brasil, que será sucedido na presidência semestral pelo Paraguai, quer começar a construir o que Amorim definiu como "um Mercosul dos povos".
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Adesão ao Mercosul ampliaria atuação do Brasil na Venezuela
Humberto Márquez, Interpress
Há vários projetos envolvendo empresas brasileiras esperando a entrada do país no bloco para saírem do papel
A entrada da Venezuela no Mercosul, como membro pleno, ainda depende da aprovação do Congresso do Paraguai. A adesão, no entanto, simplificará os procedimentos alfandegários, aumentará o comércio e dará maior segurança jurídica, o que atrairia mais empresas brasileiras.
"Na Venezuela, há cerca de 36 projetos que envolvem companhias brasileiras que estão parados aguardando condições melhores, como uma fluidez de recursos ou que a Venezuela se una oficialmente ao Mercosul", disse Fernando Portela, diretor da Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio.
A estatal Corpozulia, por exemplo, opera minas de carvão no Estado de Zulia e firmou um acordo de exploração com a brasileira Vale na serra de Perijá. No entanto, quatro grupos indígenas alegam que a zona é território ancestral e muitas comunidades se opõem à expansão da mineração na região.
Ao mesmo tempo que a presença brasileira é evidente nas gruas e no concreto reforçado, o comércio bilateral também floresce e, ao contrário das últimas décadas do século 20, a balança comercial favorece o Brasil, que depende cada vez menos das importações de petróleo e torna-se cada vez mais fornecedor de alimentos para a Venezuela.
Em 1999, o comércio bilateral totalizava US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 974 milhões eram vendas venezuelanas. Em 2009, as exportações brasileiras alcançaram US$ 3,6 bilhões, enquanto as importações da Venezuela foram de apenas US$ 581 milhões.
"A tendência continuará em 2010, com cerca de US$ 600 milhões em exportações de produtos da Venezuela, enquanto o Brasil exportará o equivalente a US$ 3,5 bilhões", disse Carlos Santana, diretor de promoção comercial na Embaixada do Brasil em Caracas.
A Venezuela importa carne, frango, açúcar, celulares, pneus, peças automotivas, óleo de soja, café e leite. O Brasil concentra suas compras em insumos petroquímicos, carvão e eletricidade, que chega pelas linhas de alta tensão da hidrelétrica do rio Caroní.
No entanto, nem tudo é tranquilo nas relações bilaterais. A crise econômica global levou a petroquímica Braskem a reformular seus planos e reduzir seu investimento à metade, de US$ 1 bilhão para US$ 500 milhões.
Por outro lado, a estatal venezuelana de petróleo, a PDVSA, está tendo dificuldades para levantar os 40% que são sua parte na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria deverá processar 230 mil barris de petróleo, principalmente venezuelano, diariamente. A Petrobrás, que conseguiu levantar US$ 50 bilhões no mercado internacional para aplicar em seus projetos de expansão, assumiu a construção da refinaria em 2009.
PRESENÇA NACIONAL
Odebrecht
Empresa tem pelo menos 15 projetos importantes de infraestrutura na Venezuela, entre eles a construção de novas linhas de metrô em Caracas. O projeto emblemático - e mais visível - é a segunda ponte sobre o Rio Orinoco
Petrobras
Empresa assumiu em 2009 a construção de refinaria em conjunto com a Venezuela
Vale do Rio Doce
Empresa estatal venezuelana Corpozulia opera minas de carvão e firmou um acordo de exploração com a brasileira Vale do Rio Doce na Serra de Perijá
Há vários projetos envolvendo empresas brasileiras esperando a entrada do país no bloco para saírem do papel
A entrada da Venezuela no Mercosul, como membro pleno, ainda depende da aprovação do Congresso do Paraguai. A adesão, no entanto, simplificará os procedimentos alfandegários, aumentará o comércio e dará maior segurança jurídica, o que atrairia mais empresas brasileiras.
"Na Venezuela, há cerca de 36 projetos que envolvem companhias brasileiras que estão parados aguardando condições melhores, como uma fluidez de recursos ou que a Venezuela se una oficialmente ao Mercosul", disse Fernando Portela, diretor da Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio.
A estatal Corpozulia, por exemplo, opera minas de carvão no Estado de Zulia e firmou um acordo de exploração com a brasileira Vale na serra de Perijá. No entanto, quatro grupos indígenas alegam que a zona é território ancestral e muitas comunidades se opõem à expansão da mineração na região.
Ao mesmo tempo que a presença brasileira é evidente nas gruas e no concreto reforçado, o comércio bilateral também floresce e, ao contrário das últimas décadas do século 20, a balança comercial favorece o Brasil, que depende cada vez menos das importações de petróleo e torna-se cada vez mais fornecedor de alimentos para a Venezuela.
Em 1999, o comércio bilateral totalizava US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 974 milhões eram vendas venezuelanas. Em 2009, as exportações brasileiras alcançaram US$ 3,6 bilhões, enquanto as importações da Venezuela foram de apenas US$ 581 milhões.
"A tendência continuará em 2010, com cerca de US$ 600 milhões em exportações de produtos da Venezuela, enquanto o Brasil exportará o equivalente a US$ 3,5 bilhões", disse Carlos Santana, diretor de promoção comercial na Embaixada do Brasil em Caracas.
A Venezuela importa carne, frango, açúcar, celulares, pneus, peças automotivas, óleo de soja, café e leite. O Brasil concentra suas compras em insumos petroquímicos, carvão e eletricidade, que chega pelas linhas de alta tensão da hidrelétrica do rio Caroní.
No entanto, nem tudo é tranquilo nas relações bilaterais. A crise econômica global levou a petroquímica Braskem a reformular seus planos e reduzir seu investimento à metade, de US$ 1 bilhão para US$ 500 milhões.
Por outro lado, a estatal venezuelana de petróleo, a PDVSA, está tendo dificuldades para levantar os 40% que são sua parte na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria deverá processar 230 mil barris de petróleo, principalmente venezuelano, diariamente. A Petrobrás, que conseguiu levantar US$ 50 bilhões no mercado internacional para aplicar em seus projetos de expansão, assumiu a construção da refinaria em 2009.
PRESENÇA NACIONAL
Odebrecht
Empresa tem pelo menos 15 projetos importantes de infraestrutura na Venezuela, entre eles a construção de novas linhas de metrô em Caracas. O projeto emblemático - e mais visível - é a segunda ponte sobre o Rio Orinoco
Petrobras
Empresa assumiu em 2009 a construção de refinaria em conjunto com a Venezuela
Vale do Rio Doce
Empresa estatal venezuelana Corpozulia opera minas de carvão e firmou um acordo de exploração com a brasileira Vale do Rio Doce na Serra de Perijá
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Paraguai adia votação sobre entrada da Venezuela no Mercosul
(Estadão)
Assunto só voltará a ser debatido no Parlamento em 2011; Executivo pediu retirada da pauta
Ariel Palácios, correspondente em Buenos Aires
O debate sobre a entrada da Venezuela no Mercosul foi adiado pelo segundo ano consecutivo pelo Senado do Paraguai, em Assunção.
O tratamento da adesão do país caribenho como sócio pleno do bloco do Cone Sul estava prevista para hoje na agenda da câmara alta paraguaia. Mas, a pedido do Poder Executivo, o presidente do Senado, Óscar González Daher, retirou o assunto da agenda. Desta forma, o caso da Venezuela só será tratado em 2011, quando o presidente Fernando Lugo enviar novamente o assunto para a câmara alta.
Na quinta, em Assunção, o senador Daher, representante do partido Colorado, de oposição, havia incluído o assunto na agenda inesperadamente, à revelia do governo do presidente Fernando Lugo, que havia removido o caso do plenário na quinta-feira.
O governo - que não conseguiu reunir adesões da oposição para aprovar a entrada da Venezuela - havia optado ontem por remover o tratamento para evitar uma derrota no Senado.
Assunto só voltará a ser debatido no Parlamento em 2011; Executivo pediu retirada da pauta
Ariel Palácios, correspondente em Buenos Aires
O debate sobre a entrada da Venezuela no Mercosul foi adiado pelo segundo ano consecutivo pelo Senado do Paraguai, em Assunção.
O tratamento da adesão do país caribenho como sócio pleno do bloco do Cone Sul estava prevista para hoje na agenda da câmara alta paraguaia. Mas, a pedido do Poder Executivo, o presidente do Senado, Óscar González Daher, retirou o assunto da agenda. Desta forma, o caso da Venezuela só será tratado em 2011, quando o presidente Fernando Lugo enviar novamente o assunto para a câmara alta.
Na quinta, em Assunção, o senador Daher, representante do partido Colorado, de oposição, havia incluído o assunto na agenda inesperadamente, à revelia do governo do presidente Fernando Lugo, que havia removido o caso do plenário na quinta-feira.
O governo - que não conseguiu reunir adesões da oposição para aprovar a entrada da Venezuela - havia optado ontem por remover o tratamento para evitar uma derrota no Senado.
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