O governo está consciente do termo eficiência energética.
Pelo menos é o que afirmou Hamilton Moss, diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia.
Em sua apresentação sobre os pilares e as diretrizes do setor energético nacional, no 7º Cobbe, ele mostrou que o Pnef – Plano Nacional de Eficiência Energética está pautado nos itens: segurança e abastecimento, tarifa, universalização do atendimento, mínimo dano ambiental e respeito aos contratos existentes, fortalecimento do planejamento, diversificação da matriz (estimulando o uso de energias renováveis), desenvolvimento do parque tecnológico nacional e a busca da integração energética sul americana.
Ele também falou que nesta semana haverá uma reunião, com a alta cúpula do governo brasileiro, para a discussão do tema carro elétrico.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Diretor do MME fala sobre Plano Nacional de Eficiência Energética
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Plano Nacional de Eficiência Energética,
Pnef
Diminuição do uso de energia
Djamil de Holanda Barbosa, assessor da diretoria da Eletrobras, fez um excelente e simpático discurso, durante a abertura do 7º Cobbe, pautado na história da eficiência energética.
De acordo com ele, o conceito eficiência energética surgiu por causa do milagre econômico, na década de 60. Naquela época, foram construídas hidrelétricas para atender ao crescimento. Vinte anos depois, iniciou-se a exploração de petróleo. E, em 1985, foi criado o Procel. No final de 90, quinze associados criaram a Abesco.
Para o assessor, o Ministério de Minas e Energia, através da Empresa de Pesquisa Energética, ao definir a diminuição do uso de energia, instalou metas ambiciosas até 2030. “Mas o país entrou em uma fase de crescimento. Será necessário dobrar a capacidade instalada. Tudo para na eficiência energética”.
Ele foi contundente ao afirmar que é necessário o trabalho em conjunto de governo e entidades empresariais, para se chegar aos resultados desejados.
De acordo com ele, o conceito eficiência energética surgiu por causa do milagre econômico, na década de 60. Naquela época, foram construídas hidrelétricas para atender ao crescimento. Vinte anos depois, iniciou-se a exploração de petróleo. E, em 1985, foi criado o Procel. No final de 90, quinze associados criaram a Abesco.
Para o assessor, o Ministério de Minas e Energia, através da Empresa de Pesquisa Energética, ao definir a diminuição do uso de energia, instalou metas ambiciosas até 2030. “Mas o país entrou em uma fase de crescimento. Será necessário dobrar a capacidade instalada. Tudo para na eficiência energética”.
Ele foi contundente ao afirmar que é necessário o trabalho em conjunto de governo e entidades empresariais, para se chegar aos resultados desejados.
Eficiência energética, no 7° Cobbe
O presidente da Abesco, José Starosta, em seu discurso de abertura do 7º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética e Expoeficiência (Cobbe), afirmou que o uso racional de energia é uma questão de sobrevivência.
Após sua apresentação, a Abesco e o Ciesp assinaram um convênio de cooperação.
Nos dois dias de evento (16 e 17 de junho de 2010), serão apresentados estudos de casos sobre eficiência energética.
Após sua apresentação, a Abesco e o Ciesp assinaram um convênio de cooperação.
Nos dois dias de evento (16 e 17 de junho de 2010), serão apresentados estudos de casos sobre eficiência energética.
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7º Cobbe
sábado, 12 de junho de 2010
Gasbel II e outras curtas
Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Petrobras realiza na próxima segunda-feira (14/06), a cerimônia de inauguração do Gasoduto Rio de Janeiro-Belo Horizonte II (Gasbel II), empreendimento que eleva para 12,9 milhões de m³/dia a capacidade total de transporte de gás natural para Minas Gerais.
O Gasbel II tem 267 km de extensão, 18 polegadas de diâmetro e capacidade para transportar 5 milhões de m³/dia. Com investimento de R$ 1,28 bilhão e geração de 21,9 mil empregos diretos e indiretos, o gasoduto, que liga Volta Redonda (RJ) a Queluzito (MG), incrementa a capacidade de transporte de gás natural para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e para o Vale do Aço, regiões que concentram indústrias dos setores de mineração, siderurgia e celulose.
Senado aprova cessão onerosa e capitalização da Petrobras
Foi aprovado no Senado Federal o projeto de lei (“PL”) referente à cessão onerosa e à capitalização da Petrobras. A proposta em questão autoriza a União Federal a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa, exploração e produção de petróleo e gás natural em determinadas áreas do pré-sal, limitado ao volume máximo de 5 bilhões de barris de óleo equivalente, além de autorizar que a União Federal possa subscrever ações do capital social da Petrobras. O projeto de lei foi aprovado sem alterações em relação ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados e, por isso, será encaminhado para sanção presidencial para posteriormente ser convertido em lei.
Regime de partilha - O Senado também aprovou o novo regime de partilha para a exploração e produção em áreas do pré-sal e áreas estratégicas. Esse regime foi aprovado com a unificação dos projetos de lei de criação do Fundo Social e do regime de partilha de produção. O PL garante à Petrobras o papel de operador único, com parcela mínima de 30%, podendo ainda participar dos processos licitatórios visando aumentar sua participação nas áreas. O novo regime contempla ainda a possibilidade de cessão direta à Petrobras de até 100% de novas áreas, sem licitação. O PL, conforme aprovado pelo Senado, terá de ser submetido novamente à Câmara dos Deputados em função da unificação dos dois projetos e, se aprovado, será encaminhado para a sanção do Presidente da República.
Abertas as inscrições para o PPC 2010A Petrobras, em parceria com o Ministério da Cultura, anunciou hoje (11/6), em Salvador, a abertura de inscrições para a edição 2010 do Programa Petrobras Cultural (PPC). O programa tem verba total de R$ 61,2 milhões, destinada à seleção pública de projetos em 19 áreas culturais.
As comissões de seleção do PPC são formadas por profissionais que atuam diretamente nos setores da cultura contemplados pelo programa, incluindo realizadores, pesquisadores, jornalistas, críticos, curadores, acadêmicos, editores, entre outros. Desde sua primeira edição, as seleções públicas já destinaram, por meio da Lei Rouanet, R$ 250 milhões a mais de mil projetos em todos os estados do país.
O Gasbel II tem 267 km de extensão, 18 polegadas de diâmetro e capacidade para transportar 5 milhões de m³/dia. Com investimento de R$ 1,28 bilhão e geração de 21,9 mil empregos diretos e indiretos, o gasoduto, que liga Volta Redonda (RJ) a Queluzito (MG), incrementa a capacidade de transporte de gás natural para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e para o Vale do Aço, regiões que concentram indústrias dos setores de mineração, siderurgia e celulose.
Senado aprova cessão onerosa e capitalização da Petrobras
Foi aprovado no Senado Federal o projeto de lei (“PL”) referente à cessão onerosa e à capitalização da Petrobras. A proposta em questão autoriza a União Federal a ceder onerosamente à Petrobras o exercício das atividades de pesquisa, exploração e produção de petróleo e gás natural em determinadas áreas do pré-sal, limitado ao volume máximo de 5 bilhões de barris de óleo equivalente, além de autorizar que a União Federal possa subscrever ações do capital social da Petrobras. O projeto de lei foi aprovado sem alterações em relação ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados e, por isso, será encaminhado para sanção presidencial para posteriormente ser convertido em lei.
Regime de partilha - O Senado também aprovou o novo regime de partilha para a exploração e produção em áreas do pré-sal e áreas estratégicas. Esse regime foi aprovado com a unificação dos projetos de lei de criação do Fundo Social e do regime de partilha de produção. O PL garante à Petrobras o papel de operador único, com parcela mínima de 30%, podendo ainda participar dos processos licitatórios visando aumentar sua participação nas áreas. O novo regime contempla ainda a possibilidade de cessão direta à Petrobras de até 100% de novas áreas, sem licitação. O PL, conforme aprovado pelo Senado, terá de ser submetido novamente à Câmara dos Deputados em função da unificação dos dois projetos e, se aprovado, será encaminhado para a sanção do Presidente da República.
Abertas as inscrições para o PPC 2010A Petrobras, em parceria com o Ministério da Cultura, anunciou hoje (11/6), em Salvador, a abertura de inscrições para a edição 2010 do Programa Petrobras Cultural (PPC). O programa tem verba total de R$ 61,2 milhões, destinada à seleção pública de projetos em 19 áreas culturais.
As comissões de seleção do PPC são formadas por profissionais que atuam diretamente nos setores da cultura contemplados pelo programa, incluindo realizadores, pesquisadores, jornalistas, críticos, curadores, acadêmicos, editores, entre outros. Desde sua primeira edição, as seleções públicas já destinaram, por meio da Lei Rouanet, R$ 250 milhões a mais de mil projetos em todos os estados do país.
Banco do Brasil tem novo vice-presidente
O Conselho de Administração do Banco do Brasil aprovou nesta sexta-feira, 11, a indicação de Danilo Angst, 52 anos, para a Vice-Presidência de Crédito, Controladoria e Risco Global, em substituição a Ricardo José da Costa Flores, que assumiu a Presidência da Previ na terça-feira, 01 de junho.
Funcionário de carreira, Danilo Angst trabalha no Banco do Brasil desde 1982. Foi superintendente do BB nos estados de Goiás, Rio de Janeiro e Paraná. Desde 2009, ocupava o cargo de diretor de Distribuição.
Angst é formado em Ciências Contábeis pela PUC/RS, com pós-graduação em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestrado em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Concluiu também os cursos de MBA Altos Executivos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Executivo em Finanças, do IBMEC, e Administração e Estratégia, da UFF.
Funcionário de carreira, Danilo Angst trabalha no Banco do Brasil desde 1982. Foi superintendente do BB nos estados de Goiás, Rio de Janeiro e Paraná. Desde 2009, ocupava o cargo de diretor de Distribuição.
Angst é formado em Ciências Contábeis pela PUC/RS, com pós-graduação em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e mestrado em Sistemas de Gestão pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Concluiu também os cursos de MBA Altos Executivos, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Executivo em Finanças, do IBMEC, e Administração e Estratégia, da UFF.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Equipe da Venbras se reune e confraterniza
Para comemorar o fechamento da edicção da Venbras, os colaboradores se reuniram na sede da Money Fit, onde todos se apresentaram e souberam um pouco mais de suas vidas.
Foi um momento importante, que contou até com a presença do presidente da Câmara Venezuelana de Roraima, atual Secretário de Estado para Assuntos Internacionais.
Foi um momento importante, que contou até com a presença do presidente da Câmara Venezuelana de Roraima, atual Secretário de Estado para Assuntos Internacionais.
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Encontro da revista Venbras
terça-feira, 8 de junho de 2010
A Alstom anuncia seu terceiro Setor, a Alstom Grid, com a atividade de Transmissão da Areva
Com a aquisição da atividade de Transmissão da Areva T&D no dia 7 de junho de 2010, a Alstom alcança uma etapa decisiva de seu desenvolvimento, constituindo um novo Setor, chamado de Alstom Grid, que vem se somar aos já existentes de geração de energia elétrica e transporte ferroviário: Alstom Power e Alstom Transport. Esta aquisição, no valor de 2,3 bilhões de Euros, dá uma nova dimensão ao Grupo, que passa a ter, com suas três atividades, um faturamento superior a 23 bilhões de Euros[1][1] e empregar mais de 96.000 pessoas.
Esta aquisição acontece após o lançamento de uma oferta de aquisição da Areva T&D, em parceria com a Schneider Electric, anunciada em julho de 2009. No final de novembro de 2009, a Alstom e a Schneider Electric entraram em uma negociação exclusiva com a Areva para adquirir seus negócios de transmissão e distribuição, e então assinaram o acordo de aquisição no final de janeiro de 2010. O encerramento desta transação ocorreu ontem, de acordo com o cronograma planejado.
"A Alstom Grid, que constitui a atividade de transmissão de alta tensão da Alstom, será o terceiro pilar do Grupo, além de Power e Transport. Este setor se beneficiará de todas as sinergias e recursos de que o Grupo dispõe, em particular de sua rede internacional presente em 70 países, suas capacidades tecnológica e industrial e dos vínculos já existentes entre a transmissão de energia elétrica de alta tensão e a geração de energia elétrica", declara Patrick Kron, Presidente mundial e CEO da Alstom.
Como terceiro setor do Grupo Alstom, ao lado da Alstom Power (13,9 bilhões de Euros de faturamento em 2009/10, 50.000 funcionários) e da Alstom Transport (5,8 bilhões de Euros de faturamento em 2009/10, 25.000 funcionários), a Alstom Grid registrou mais de 3,5 bilhões de Euros de faturamento em 2009. Empregando 20.000 pessoas, distribuídas em mais de 90 unidades industriais ao redor do mundo, a Alstom Grid está entre os três maiores grupos especializados em transmissão de energia elétrica, com a ABB e a Siemens.
"A Alstom Grid traz aos seus clientes mais de 100 anos de experiência no desenvolvimento de redes elétricas, tecnologias avançadas e expertise em segmentos-chave, tais como a eletrônica de potência, a ultra-alta tensão, as interconexões em corrente contínua, a integração das energias renováveis e as soluções de gestão das redes. A Alstom Grid dispõe de todas as vantagens necessárias nos planos tecnológico, industrial e humano para ser um dos maiores players em redes inteligentes (smart Grids) do futuro", afirma Henri Poupart-Lafarge, Presidente da Alstom Grid.
O novo Setor, cuja sede está localizada na França, no bairro parisiense de negócios La Défense, organiza-se em quatro atividades principais: Produtos (equipamentos elétricos para a transmissão de energia em alta e ultra-alta tensão, 53% do faturamento), com posição de liderança mundial em matéria de secionadores e transformadores para instrumentos; Sistemas (gestão das redes elétricas e grandes projetos turnkey, 34% do faturamento), atividade cujas competências em eletrônica de potência o fazem um líder mundial para equipamentos de corrente contínua de alta tensão (HVDC); Automação (sistemas de informação avançados para a gestão em tempo real das redes elétricas); e Serviços.
Geograficamente, o faturamento de 2009 se distribui de forma equilibrada entre a Europa (27%), o Oriente Médio e a África (31%), Ásia-Pacífico (28%) e as Américas (14%). Além do contexto atual de desaceleração induzida pela crise econômica, a atividade de Transmissão é parte de um mercado mundial cujo crescimento é avaliado em 3% por ano, para os próximos cinco anos.
A Alstom Grid espera se beneficiar desta dinâmica para estabilizar seu desenvolvimento, fortalecer sua posição em mercados-alvo, tanto no plano geográfico quanto tecnológico. Conta desde já com sua forte presença na Europa, Oriente Médio, Índia e América Latina, onde planeja crescer. A Alstom Grid espera também reforçar-se em duas áreas importantes como China e América do Norte, essenciais para seu crescimento futuro, aumentando sua participação de mercado.
WebSite www.alstom.com
Sobre a Alstom Grid no Brasil
No Brasil, o novo Setor emprega cerca de 1.300 pessoas em três unidades (São Paulo, Canoas e Itajubá), fazendo com que a Alstom alcance mais de 5.000 funcionários locais, trabalhando em 7 unidades.
As atividades de Transmissão no País representaram vendas (por origem) de cerca de € 170 milhões em 2009.
Com uma presença de 55 anos no Brasil, a Alstom conta com referências importantes no novo Setor, a Alstom Grid, incluindo:
- Projeto Norte-Sul 3: contrato turnkey de R$ 57 milhões para o fornecimento de cinco subestações de 500kV para a Intesa (2 novas e 3 ampliações - Serra Mesa II, Peixe II, Gurupi, Colinas e Miracema). O projeto faz parte do terceiro circuito da linha de transmissão Norte-Sul no Brasil e foi entregue em maio de 2008.
- Projeto Viana: contrato no valor de R$ 90 milhões para o fornecimento de uma subestação 345/138 kV 2x225 MVA para Furnas. A subestação foi entregue em tempo recorde, 9 meses, para resolver o problema de confiabilidade da rede elétrica no Espírito Santo, sudeste do Brasil, que sofria com constantes blecautes. A energização aconteceu em dezembro de 2005.
- Projeto SIIF: fornecimento de subestações isoladas a ar (AIS) de 69kV e 230kV para parques eólicos da SIIF Energies, na região nordeste do Brasil. Projeto turnkey de 2xAIS 69kV-25MVA, 1xAIS 230kV-50/60MVA, 1xAIS 230kV-100/120MVA e uma subestação de conexão AIS 230kV, incluindo projeto e engenharia, fornecimento de todos os equipamentos, obras civis, construção, comissionamento e treinamento. O valor do contrato é R$ 53 milhões.
Projetos importantes da Alstom Grid em andamento no Brasil:
- Contrato Rio Madeira: contrato de US$ 400 milhões para um bipolo de Corrente Contínua de Alta Tensão de 600 kV (HVDC) da IEMadeira para a linha de transmissão mais longa do mundo, com comprimento total de 2.375 quilômetros. Este contrato foi assinado em 28 de setembro de 2009. A Alstom Grid fornecerá os equipamentos para as estações conversoras / inversoras localizadas em Porto Velho (RO) e Araraquara (SP). A maior parte dos equipamentos será fabricada no Brasil.
- Projeto Suape: contrato no valor de R$ 55 milhões para o fornecimento de duas subestações para a Chesf. As subestações são Suape II e Suape III, de 500/230kV – 600MVA e 230/69kV – 200MVA, respectivamente. O contrato foi assinado em 27 e março de 2009 e o serviço de campo começou em 5 de maio de 2010.
Recente realização da Alstom Grid:
- Contrato Bertin: contrato no valor de R$ 45 milhões para o fornecimento de subestação e transformadores de potência para usina termoelétrica na Bahia, região nordeste do Brasil. O contrato foi assinado em 21 de maio de 2010.
Outros projetos importantes em andamento (no Uruguai):
- Projeto Melo: contrato de US$ 150 milhões para a ISUR (Interconexiones del Sur), incluindo a entrega de uma estação conversora back-to-back de corrente contínua de alta tensão (HVDC) em Melo, região nordeste do Uruguai. Esta estação será construída para interconectar as redes de transmissão de energia do Brasil e do Uruguai com frequências diferentes (60 Hz e 50 Hz respectivamente). Esta é a segunda estação conversora HVDC construída no país. A primeira foi fornecida pela Areva. O contrato foi assinado em 18 de dezembro de 2008.
- Contrato Smart Grid: acordo de cooperação com a UTE - Administracion National de Usinas y Transmisiones Electricas para estudo e desenvolvimento do projeto piloto Smart Grid (Grade Inteligente) no Uruguai. O objetivo do estudo é integrar fontes de energias renováveis, a serem distribuídas por um sistema smart energy que assegura a confiabilidade e a estabilidade da rede. O contrato foi assinado em 7 de abril de 2010.
Esta aquisição acontece após o lançamento de uma oferta de aquisição da Areva T&D, em parceria com a Schneider Electric, anunciada em julho de 2009. No final de novembro de 2009, a Alstom e a Schneider Electric entraram em uma negociação exclusiva com a Areva para adquirir seus negócios de transmissão e distribuição, e então assinaram o acordo de aquisição no final de janeiro de 2010. O encerramento desta transação ocorreu ontem, de acordo com o cronograma planejado.
"A Alstom Grid, que constitui a atividade de transmissão de alta tensão da Alstom, será o terceiro pilar do Grupo, além de Power e Transport. Este setor se beneficiará de todas as sinergias e recursos de que o Grupo dispõe, em particular de sua rede internacional presente em 70 países, suas capacidades tecnológica e industrial e dos vínculos já existentes entre a transmissão de energia elétrica de alta tensão e a geração de energia elétrica", declara Patrick Kron, Presidente mundial e CEO da Alstom.
Como terceiro setor do Grupo Alstom, ao lado da Alstom Power (13,9 bilhões de Euros de faturamento em 2009/10, 50.000 funcionários) e da Alstom Transport (5,8 bilhões de Euros de faturamento em 2009/10, 25.000 funcionários), a Alstom Grid registrou mais de 3,5 bilhões de Euros de faturamento em 2009. Empregando 20.000 pessoas, distribuídas em mais de 90 unidades industriais ao redor do mundo, a Alstom Grid está entre os três maiores grupos especializados em transmissão de energia elétrica, com a ABB e a Siemens.
"A Alstom Grid traz aos seus clientes mais de 100 anos de experiência no desenvolvimento de redes elétricas, tecnologias avançadas e expertise em segmentos-chave, tais como a eletrônica de potência, a ultra-alta tensão, as interconexões em corrente contínua, a integração das energias renováveis e as soluções de gestão das redes. A Alstom Grid dispõe de todas as vantagens necessárias nos planos tecnológico, industrial e humano para ser um dos maiores players em redes inteligentes (smart Grids) do futuro", afirma Henri Poupart-Lafarge, Presidente da Alstom Grid.
O novo Setor, cuja sede está localizada na França, no bairro parisiense de negócios La Défense, organiza-se em quatro atividades principais: Produtos (equipamentos elétricos para a transmissão de energia em alta e ultra-alta tensão, 53% do faturamento), com posição de liderança mundial em matéria de secionadores e transformadores para instrumentos; Sistemas (gestão das redes elétricas e grandes projetos turnkey, 34% do faturamento), atividade cujas competências em eletrônica de potência o fazem um líder mundial para equipamentos de corrente contínua de alta tensão (HVDC); Automação (sistemas de informação avançados para a gestão em tempo real das redes elétricas); e Serviços.
Geograficamente, o faturamento de 2009 se distribui de forma equilibrada entre a Europa (27%), o Oriente Médio e a África (31%), Ásia-Pacífico (28%) e as Américas (14%). Além do contexto atual de desaceleração induzida pela crise econômica, a atividade de Transmissão é parte de um mercado mundial cujo crescimento é avaliado em 3% por ano, para os próximos cinco anos.
A Alstom Grid espera se beneficiar desta dinâmica para estabilizar seu desenvolvimento, fortalecer sua posição em mercados-alvo, tanto no plano geográfico quanto tecnológico. Conta desde já com sua forte presença na Europa, Oriente Médio, Índia e América Latina, onde planeja crescer. A Alstom Grid espera também reforçar-se em duas áreas importantes como China e América do Norte, essenciais para seu crescimento futuro, aumentando sua participação de mercado.
WebSite www.alstom.com
Sobre a Alstom Grid no Brasil
No Brasil, o novo Setor emprega cerca de 1.300 pessoas em três unidades (São Paulo, Canoas e Itajubá), fazendo com que a Alstom alcance mais de 5.000 funcionários locais, trabalhando em 7 unidades.
As atividades de Transmissão no País representaram vendas (por origem) de cerca de € 170 milhões em 2009.
Com uma presença de 55 anos no Brasil, a Alstom conta com referências importantes no novo Setor, a Alstom Grid, incluindo:
- Projeto Norte-Sul 3: contrato turnkey de R$ 57 milhões para o fornecimento de cinco subestações de 500kV para a Intesa (2 novas e 3 ampliações - Serra Mesa II, Peixe II, Gurupi, Colinas e Miracema). O projeto faz parte do terceiro circuito da linha de transmissão Norte-Sul no Brasil e foi entregue em maio de 2008.
- Projeto Viana: contrato no valor de R$ 90 milhões para o fornecimento de uma subestação 345/138 kV 2x225 MVA para Furnas. A subestação foi entregue em tempo recorde, 9 meses, para resolver o problema de confiabilidade da rede elétrica no Espírito Santo, sudeste do Brasil, que sofria com constantes blecautes. A energização aconteceu em dezembro de 2005.
- Projeto SIIF: fornecimento de subestações isoladas a ar (AIS) de 69kV e 230kV para parques eólicos da SIIF Energies, na região nordeste do Brasil. Projeto turnkey de 2xAIS 69kV-25MVA, 1xAIS 230kV-50/60MVA, 1xAIS 230kV-100/120MVA e uma subestação de conexão AIS 230kV, incluindo projeto e engenharia, fornecimento de todos os equipamentos, obras civis, construção, comissionamento e treinamento. O valor do contrato é R$ 53 milhões.
Projetos importantes da Alstom Grid em andamento no Brasil:
- Contrato Rio Madeira: contrato de US$ 400 milhões para um bipolo de Corrente Contínua de Alta Tensão de 600 kV (HVDC) da IEMadeira para a linha de transmissão mais longa do mundo, com comprimento total de 2.375 quilômetros. Este contrato foi assinado em 28 de setembro de 2009. A Alstom Grid fornecerá os equipamentos para as estações conversoras / inversoras localizadas em Porto Velho (RO) e Araraquara (SP). A maior parte dos equipamentos será fabricada no Brasil.
- Projeto Suape: contrato no valor de R$ 55 milhões para o fornecimento de duas subestações para a Chesf. As subestações são Suape II e Suape III, de 500/230kV – 600MVA e 230/69kV – 200MVA, respectivamente. O contrato foi assinado em 27 e março de 2009 e o serviço de campo começou em 5 de maio de 2010.
Recente realização da Alstom Grid:
- Contrato Bertin: contrato no valor de R$ 45 milhões para o fornecimento de subestação e transformadores de potência para usina termoelétrica na Bahia, região nordeste do Brasil. O contrato foi assinado em 21 de maio de 2010.
Outros projetos importantes em andamento (no Uruguai):
- Projeto Melo: contrato de US$ 150 milhões para a ISUR (Interconexiones del Sur), incluindo a entrega de uma estação conversora back-to-back de corrente contínua de alta tensão (HVDC) em Melo, região nordeste do Uruguai. Esta estação será construída para interconectar as redes de transmissão de energia do Brasil e do Uruguai com frequências diferentes (60 Hz e 50 Hz respectivamente). Esta é a segunda estação conversora HVDC construída no país. A primeira foi fornecida pela Areva. O contrato foi assinado em 18 de dezembro de 2008.
- Contrato Smart Grid: acordo de cooperação com a UTE - Administracion National de Usinas y Transmisiones Electricas para estudo e desenvolvimento do projeto piloto Smart Grid (Grade Inteligente) no Uruguai. O objetivo do estudo é integrar fontes de energias renováveis, a serem distribuídas por um sistema smart energy que assegura a confiabilidade e a estabilidade da rede. O contrato foi assinado em 7 de abril de 2010.
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