quinta-feira, 7 de abril de 2011

Análise dos cem dias do Governo Dilma

Hoje pela manhã, a Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio está promovendo o debate Uma análise dos 100 primeiros dias do Governo Dilma. Os componentes da mesa principal são: Antônio Delfim Netto, ex-ministro da Fazenda; Paulo Delgado, presidente do Conselho de Relações Institucionais da Fecomércio; Octávio de Barros, economista – chefe do Banco Bradesco; Yoshiaki Nakano, diretor da Escola de Economia da FGV e Ricardo Galuppo, editor-chefe do jornal Brasil Econômico. (VN) Na foto de Marcos Issa/Argosfoto: Paulo Rabello de Castro e Delfin Netto

Venezuela volta adotar medidas de contenção de energia

DCI

BRASÍLIA — As autoridades da Venezuela anunciaram que adotarão medidas para reduzir o consumo de eletricidade no país. A iniciativa ocorre na sequência de uma crise no setor de energia, que começou em 2009 e agravou-se no ano passado devido à seca que afetou o país. O ministro de Energia Elétrica da Venezuela e presidente da Corporação Elétrica Nacional, Alí Rodríguez Araque, afirmou que se o consumo ultrapassar a capacidade de geração e transmissão, serão feitos cortes.

Sem revelar quais são as medidas, Araque disse que elas vão ser aplicadas rapidamente. “Trabalhamos arduamente para a instalação de mais capacidade e geração térmica e hidráulica. É indispensável que se apliquem medidas de eficiência energética porque há desperdício”, disse ele.

Segundo o ministro, o aumento de aproximadamente 6% no consumo de energia foi causado pelas altas temperaturas registradas no país. Além desse fator, de acordo com ele, os venezuelanos retomaram antigos hábitos que geram mais consumo.

Nas últimas semanas, houve registros de vários apagões que se intensificaram na frequência e duração, obrigando os consumidores a recorrer à compra de aparelhos para produzir eletricidade. Analistas insistem na existência de problemas estruturais relacionados com a distribuição de energia e investimentos insuficientes na área de produção.

Os peritos defendem também que em El Guri, a principal barragem do país, persistem falhas do passado e que foram criadas centrais termoelétricas que não podem ligar-se ao sistema nacional.

A falta de chuva agrava o baixo nível das águas do Rio Caroní, no estado venezuelano de Bolívar, que acabou afetando as barragens hidrelétricas da Venezuela, principalmente a de El Guri, responsável pela produção de 72% da energia consumida no país.

A situação levou o governo venezuelano a decretar estado de emergência em fevereiro de 2010, determinar racionamento no abastecimento e a redução no horário de funcionamento do comércio e de órgãos públicos.

Aqueles que desobedeceram as ordens para a contenção no uso de energia estavam sujeitos a multas. Em maio de 2010, Chávez suspendeu o racionamento de energia, afastando a hipótese de colapso do sistema elétrico nacional.

Chávez marca 1ª visita a Dilma para 10 de maio

Terra
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, deve fazer a primeira visita oficial a Brasília após a posse da presidente Dilma Rousseff no próximo dia 10 de maio, informaram nesta quarta-feira fontes oficiais.
A data foi negociada por ambos os governos após alguns problemas de agenda e imprevistos que até agora haviam impedido um encontro, explicaram à Agência Efe porta-vozes do Governo Federal.

Chávez esteve em Brasília no dia 1º de janeiro para a cerimônia de posse de Dilma, com quem teve um encontro breve e protocolar.

O presidente havia previsto uma reunião com a nova governante para o dia seguinte, mas o encontro foi adiado pois o líder teve que retornar com urgência a Caracas por conta da situação de emergência gerada em seu país pelas fortes chuvas.

Em seguida, foi colocada a possibilidade de uma reunião entre os dois durante a Cúpula América do Sul-Países Árabes que estava marcada para fevereiro em Lima, mas que foi cancelada por conta das revoltas no Egito e outras nações.

Chávez pensou ainda em aproveitar a viagem que fez no final de março pela Argentina, Uruguai e Bolívia, mas Dilma já havia previsto uma visita a Portugal neste período e, por isso, o encontro será realizado finalmente em maio.

O Brasil e a Venezuela têm uma forte relação bilateral, com planos de cooperação em diversas áreas sociais e econômicas e uma crescente troca comercial que em 2009 alcançou a soma de US$ 4,68 bilhões.

Em fevereiro, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, visitou o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, com quem acertou buscar fórmulas para intensificar a relação entre os países, sobretudo nas áreas de mineração e petróleo.

Economia da Venezuela pode crescer 4% em 2011, diz Chávez

CARACAS (Reuters) - A economia da Venezuela poderá crescer 4 por cento neste ano, o dobro da estimativa inicial, o que seria o primeiro ano positivo desde 2009, disse na quarta-feira o presidente do país, Hugo Chávez. No último trimestre de 2010, a economia do país membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) se recuperou de 18 meses consecutivos de recessão, no entanto, ao longo do ano, o PIB contraiu 1,4 por cento. "Dissemos no ano passado que estimávamos o crescimento do PIB em 2 por cento, há alguns indícios que permitem pensar que poderia ser o dobro", afirmou Chávez. Além disso, o presidente afirmou que durante o primeiro trimestre do ano o Produto Interno Bruto poderá crescer entre 3 e 4 por cento. A Venezuela é um dos maiores produtores e exportadores de petróleo do mundo e 95 por cento das divisas que entram no país vêm da venda da commodity. (Reportagem de Diego Oré)

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ministro Fernando Pimentel participa de reunião do IDV

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, participou nesta segunda-feira (4/4) da reunião plenária do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo), na capital paulista. Durante o encontro foram debatidos temas como a realidade do varejo no Brasil, com foco na empregabilidade e na evolução da maturidade do setor no país; as contribuições que o varejo e o IDV podem dar ao governo, como participante ativo das políticas de emprego e renda ou elemento dinâmico desta atividade econômica; políticas de aumento de emprego, desonerando a folha de pagamento e flexibilizando o contrato de trabalho; e o financiamento a investimentos do varejo, com a criação de um setor específico para esta área no BNDES.

O ministro destacou a importância do IDV para o mercado e ressaltou suas importantes características. “O varejo é o grande comprador da indústria brasileira e profundo conhecedor da cadeia logística do país. Precisamos ter essa parceria com os varejistas, que conhecem o que é mais essencial, os hábitos do povo brasileiro, a quem chamamos de mercado. Por isso, construir políticas para o futuro será essencial para todos”, comenta Pimentel, que vê com bons olhos algumas reivindicações do IDV, como a flexibilização do regime de trabalho no tocante à forma de contratação. “Acho adequado estudarmos esta questão, ainda mais agora que o Brasil está vivendo sua fase mais rica de força de trabalho”, conclui.

Para o presidente do IDV, Fernando de Castro, esta flexibilização permitirá formar pessoas para o mercado de trabalho que poderão, depois, atuar em outros setores da economia. “Esta parceria é muito importante, pois o varejo, por ser o maior empregador privado do país, pode contribuir muito para a geração de emprego e renda no Brasil”, analisa.

Livro registra discussão internacional sobre desenvolvimento social

Fruto dos debates ocorridos durante simpósio que teve autoridades brasileiras e palestrantes estrangeiros, a publicação registrou os programas que ajudaram o Brasil a superar a crise que assolou vários países em 2009. Lançamento será nesta quarta (6), no auditório do Bloco A da Esplanada dos Ministérios, com a presença da ministra Tereza Campello.

Nesta quarta-feira (6), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) lança o livro “Políticas Sociais para Desenvolvimento: superar a pobreza e promover a inclusão”. A publicação é um desdobramento do Simpósio Internacional sobre Desenvolvimento Social, realizado em 2009, que discutiu a política social aplicada em diferentes contextos internacionais e reuniu cerca de mil participantes e 21 palestrantes de países dos quatro continentes, com os quais o governo brasileiro, por meio do MDS, mantém relações de cooperação internacional.

Na época, os Estados Unidos vivenciavam uma de suas maiores crises econômicas, originada no setor imobiliário e financeiro. Pelo efeito multiplicador dessa crise sobre diversas sociedades, o tema de seu impacto nas populações mais pobres acabou se tornando um dos principais focos de discussão do simpósio, que se baseou em debates acerca do fortalecimento das políticas públicas em momentos de crise econômica.

Naquele período, o Brasil ganhou notoriedade internacional pelas políticas de combate à pobreza e à fome, com destaque para o papel do Estado na estruturação de uma rede de proteção social e ampliação do público atendido, em especial pelo Programa Bolsa Família, mas também pelos resultados anticíclicos notados.

Evidenciando a relevância do debate para o Brasil, o simpósio contou com a presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas cerimônias de abertura e encerramento e de diversos ministros na coordenação das mesas.

O então ministro do MDS, Patrus Ananias, foi um dos responsáveis pelos debates, que contaram com a presença de nomes internacionais, como o professor Armando Barrientos, da Universidade de Manchester, no Reino Unido, e importantes parceiros do MDS, como a socióloga Laís Abramo, da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O lançamento da publicação contará com a presença da ministra Tereza Campello, do embaixador Jorge Chediek, representante residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) no Brasil e de Marlova Jovchelovitch Noleto, coordenadora de Ciências Humanas e Sociais da União das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) no Brasil

domingo, 3 de abril de 2011

Chavez firmo 47 acuerdos durante gira Latinoamericana

Venezuela firmó 46 convenios comerciales y de cooperación científica con Argentina, Uruguay y Bolivia, durante la gira que esta semana el presidente Hugo Chávez realizó por esos países, informó hoy el canciller Nicolás Maduro.

Maduro precisó que 19 convenios se suscribieron con Argentina, 9 con Uruguay y 18 con Bolivia.

El canciller expreso que "la reciente gira del presidente Hugo Chávez por Argentina, Uruguay y Bolivia estuvo encaminada a seguir construyendo el camino de la unión y la independencia de Suramérica".

Maduro calificó la gira de "muy exitosa y beneficiosa para el destino y los grandes objetivos de unión de Suramérica".

El funcionario destacó que con estos acuerdos se consolidaron "las bases para una paz estable y permanente con justicia social en un sistema que integre a toda Suramérica".

Maduro añadió que "los objetivos durante la gira sentimos que fueron ampliamente logrados".

El último punto de la gira de Chávez era Colombia, pero una falla en el avión presidencial horas antes de despegar desde Cochabamba (Bolivia) obligó a aplazar el encuentro con su homólogo Juan Manuel Santos para el 9 de abril.

Maduro efectuó sus declaraciones desde sede de la Cancilleria y fueron transmitidas por el canal estatal Venezolana de Televisión.

El canciller brindó su informe acompañado de la presencia de los ministros de Comunicación e Información, Andrés Izarra; Ciencia, Tecnología e Industrias Intermedias, Ricardo Menéndez; Comercio, Emma Betancourt; Agricultura y Tierra, Juan Carlos Loyo y el vicepresidente de PDVSA, Asdrúbal Chávez. ACZ